Dia 24 de Abril:
Marido chega do Cruzeiro
Tiro o dia para namorar e matar as saudades
Saudades mortas Uma Vida a germinar
Dia em que com todo o Amor gerámos o nosso Baby!!!
Foi para Comemorar a Liberdade que nos trouxe o 25 de Abril!
sábado, 18 de julho de 2009
segunda-feira, 20 de abril de 2009
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Governo e instrumentos de governação em educação
Nos últimos anos os discursos políticos têm vindo a ser povoados por novas palavras e por novos significados. Parte deles dimanam directamente do jargão dos administradores e gestores e dos seus saberes profissionais. Diz-se que, por exemplo, o significado do conceito de benchmarking foi traçado inicialmente pela Xerox como o processo pelo qual se aferiam os serviços, práticas e produtos da empresa em relação aos dos seus concorrentes mais poderosos. Hoje, o conceito tem larga circulação nos discursos políticos para além do sector empresarial. Um texto de S. Biscop, de 2007, sobre a adopção de uma estratégia de segurança pelo Conselho Europeu, tem precisamente o título O ABC da Estratégia da União Europeia: ambição, benchmark, cultura. Dir-se-á que sempre assim foi, que os conceitos com que fomos pensando os fenómenos sociais migraram de umas áreas para outras e que, portanto, não há razão para surpresa. Certo. Mas aquilo para que pretendo chamar a atenção é, por um lado, para o facto de ser o domínio dos negócios o actual grande fornecedor de noções e conceitos de e para a governação, por outro, para a aparente 'pureza' técnica com que estes se apresentam. Quer dizer, surgem como que despidos de textura política, como se fossem neutros na sua tecnicidade, como se visassem apenas aquilo que as organizações dedicadas aos negócios visam: eficiência e eficácia. Dito de outra forma, surgem essencialmente como instrumentos através dos quais melhores desempenhos organizacionais e sociais seriam conseguidos. Esta ênfase nos instrumentos tem impactes na forma como os governos têm vindo a encarar a sua acção. Há mesmo especialistas que a isso se referem como o surgimento de um novo paradigma de governo. Por exemplo, L. Salamon diz que está a acontecer uma mudança de foco da política da administração pública, dos organismos públicos e dos programas de acção para os instrumentos através dos quais são perseguidos objectivos sociais, económicos e políticos. À partida, pode pensar-se que se trata de uma mudança interessante, pois protegeria o como fazer dos excessos burocráticos da administração, dos interesses próprios do grupo profissional dos burocratas e da consequente ineficiência. Porém, a escolha dos instrumentos é fundamentalmente uma escolha política que a ênfase nos instrumentos não pode velar. O campo da gestão política da educação em Portugal tem estado intensamente sujeito à tendência de procurar no jargão empresarial os seus conceitos e à redefinição do governo do sistema educativo e das suas instituições centrada nos instrumentos. Os diplomas sobre o regime jurídico das instituições de ensino superior e o Projecto de Decreto-lei do regime de autonomia, administração e gestão dos estabelecimentos públicos da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, fazem eco disso mesmo. Em ambos os casos, a questão da consecução dos objectivos nacionais da educação é reposicionada na questão de saber como é que as instituições educativas autónomas podem actuar num ambiente complexo em que os objectivos governamentais são apenas um entre muitos outros factores do meio-ambiente organizacional no qual têm de (sobre)viver. Os instrumentos da autonomia das instituições são proporcionados pelo Estado que, assim, pretende promover a competição entre elas no sentido de melhorar o seu desempenho financeiro e educativo, ou seja, torná-las eficientes e eficazes através de uma intervenção inspirada no mundo empresarial. É importante enfatizar que este centramento do governo nos instrumentos de governação não corresponde a um enfraquecimento do poder e dos instrumentos de regulação do Estado, mas, antes, a um seu reforço. Só que, desta forma, a regulação faz-se de forma indirecta, através dos processos de prestação de contas e de responsabilidade social aferidos por sistemas de avaliação. Outros tantos instrumentos cuja escolha está longe de ser meramente técnica. Acerca da natureza destes instrumentos, penso haver um défice de discussão política. A utilização de argumentos fundados na evidência de que a autonomia torna as organizações mais ágeis para responder aos desafios colocados pelo meio ambiente e que a prestação de contas e a responsabilidade social devem ser critérios a ter em conta no financiamento das instituições públicas, não deve velar a necessidade de discussão sobre o conteúdo político desses instrumentos. Para dar um exemplo, se a utilização do sistema de vouchers parece potenciar a escolha por parte dos cidadãos do tipo de educação que querem ter ou proporcionar aos seus filhos, por outro, a educação é dessa maneira configurada como um produto ou serviço para cujo acesso o consumidor, e não já o cidadão, deve ser subsidiado. O dançarino transforma-se na dança e o instrumento em política.
terça-feira, 7 de abril de 2009
Musicoterapia

Músicas que estimulam os sentidos.
A música pode ter efeitos muito positivos no seu bebé. Se nunca pensou nisso muito a sério, saiba que a música é fundamental no desenvolvimento de estímulos para os bebés.
Certamente já ouviu falar da musicoterapia, o encontro do som e da música com a harmonia, exercendo efeitos terapêuticos às crianças. “O encanto da música com efeitos sedativos é provocado pelas canções de embalar, cantadas pelas mães ao adormecer os seus bebés.
O som faz parte do meio que nos rodeia, é absorvido desde o nascimento, ou mesmo antes, com a memória do ritmo do coração materno, produzindo uma sensação de segurança e bem-estar”, fundamenta a Dra. Cláudia Madeira. Se a leitora costumava cantar ao seu bebé enquanto ele ainda estava na sua barriga, nunca deixe de o fazer.
Ele certamente identificará os “acordes” da sua voz. “Através do som, o ser humano poderá alcançar um auto-conhecimento que permite dar e receber, sobretudo agora, num mundo sem tempo, podendo partilhar e tornar-se presente no desenvolvimento dos seus filhos”.
A partir de que idade a música é importante para o desenvolvimento de um bebé?
A música é importante desde a vida intra-uterina, devendo esta ser utilizada durante a gravidez e proceder num continuum após o nascimento. Está provado que as mães que ouvem música específica durante a gravidez e mantêm a sua prática no pós-natal, têm crianças que apresentam níveis de inteligência e de capacidade de aprendizagem superiores às crianças que não mantêm a prática da música.
Qual a importância da música no crescimento de bebés dos seis aos doze meses?
Os resultados adquiridos por um bebé que é acompanhado com a música permite sem dúvida favorecer o seu desenvolvimento, quer cognitivo, quer afectivo, despertando-o para as emoções.
Quais os tipos de estímulos desenvolvidos pela música para os bebés?
A música para bebés tem por objectivo sensibilizar o Ser Humano para a importância do desenvolvimento afectivo através do som e do toque, mas sobretudo, para a importância do desenvolvimento da interacção e competências relacionais.
Que tipo de música é recomendado para crianças pequenas? Existem diferentes estilos consoante as faixas etárias dos bebés?
Não são apenas os sons que podem ser diferentes, mas também a forma como são utilizados e com que objectivo, podendo corresponder às diferentes capacidades do bebé, consoante a sua idade e estádio de desenvolvimento infantil.
Como é que os bebés comunicam através da música?
A comunicação é fundamental na relação com o ser humano, daí ser explorada e desenvolvida música para bebés. Esta comunicação, muitas vezes difícil de partilhar entre os adultos, é expressada com gestos, escolhas, brinquedos, objectos e atitudes das crianças e não apenas com a fala. E é com os gestos que podemos abraçar e aprender que partilhar as emoções faz crescer uma criança saudável e com um sorriso para o mundo.
In Revista Bébé Saúde
domingo, 29 de março de 2009
A Fertilidade do Erro
Converter os erros em motivos de aprendizagem e de melhoramento (ASTOLFI, 1999) não só é uma estratégia didáctica utilizada no ensino, como também um recurso útil para a aprendizagem dos professores. A fertilidade do erro é uma realidade para as instituições que trabalham de forma inteligente. (Matias alves, blogsptot: Terrear).
Quando... o clima da escola é decepcionante, os educadores ficam logicamente deprimidos. A imaginação, o altruísmo, a criatividade e a capacidade intelectual depressa esmorecem face ao ramerrão diário dos alunos indisciplinados, do currículo desajustado, do ambiente impessoal ou dos colegas igualmente desmotivados.(COSTA, 1991, citado por PERKINS, 95, pág. 219.)
sexta-feira, 27 de março de 2009
terça-feira, 24 de março de 2009
Educar diferente de Amar?
Dei por mim a reflectir... Será que é possível educar sem amar?
Segundo o dicionário de Língua Portuguesa "Amar" significa: Ter Amor; gostar muito de; desejar; escolher; apreciar; preferir; estar apaixonado.
Reflicto eu...sim é possível fazer qualquer coisa sem amar/sem amor... mas, será que fica bem feita? Pois, fazer por fazer... (indiferença?!) fazer por ter que o fazer... (obrigação?!) fazer por saber fazer (mecanizado?!)???!!!
Uma longa conversa...
Segundo o dicionário de Língua Portuguesa "Amar" significa: Ter Amor; gostar muito de; desejar; escolher; apreciar; preferir; estar apaixonado.
Reflicto eu...sim é possível fazer qualquer coisa sem amar/sem amor... mas, será que fica bem feita? Pois, fazer por fazer... (indiferença?!) fazer por ter que o fazer... (obrigação?!) fazer por saber fazer (mecanizado?!)???!!!
Uma longa conversa...
1º Dia
Este é o meu primeiro dia nestas andanças... finalmente criei o meu Blog... estou sempre pronta a inovar!!!
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